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Isso sim é algo interessante: Todos os adeptos do pinguim estão acostumados com a sua performance superior, mas muitos, baseados nas instalações default das distribuições que geralmente são carregadas de drivers e programas afim de asegurar o suporte a uma maior variedade de equipamento e usuários, acabam por não vivenciar um ganho de performance muito significativo. Mas qual o verdadeiro poder do Pinguim? Como ele se comporta quando o potencial da filosofia Open Source é explorado no seu maior destaque que é a possibilidade de adequar o software às suas necessidades?
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